domingo, 15 de maio de 2011

"Nothing really matters..."

Minha amiga Nathalie escreveu em seu Blog (nathydarcie.blogspot.com) sobre o fato de as pessoas serem loucas. Postagem, aliás, muito interessante e verdadeira.
É fato: as pessoas são loucas! E cada um, dentro da sua insanidade, se importa ou não com coisas diferentes... e esse é o ponto de partida das infinitas insatisfações, decepções e cobranças para com o outro e conosco.
Eu amo a poética e, como não poderia deixar de ser, depressiva canção de Freddie Mercury, Boehmian Raphisody (http://letras.terra.com.br/queen/64295/). Nela, ele canta o que todos pensamos em certos momentos (em relação a nós mesmos ou a outros):


"Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality
Open your eyes
Look up to the skies and see
I'm just a poor boy
I need no sympathy
Because I'm easy come, easy go
A little high, little low
Anyway the wind blows

Doesn't really matter to me, to me"
Porém, o último verso é o que mais me identifico. Não que eu não me importe com nada... mas, sim, me importo com poucas coisas, devo admitir! 
Sei que serei recriminada por isso, mas é verdade verdadeira: eu não me importo com muitas coisas, nem com muitas pessoas, menos ainda com opiniões alheias e achismos. Me importo com quem e o que realmente me importa! rs
E penso que a insuperável dupla da Disney, Timão e Pumba, do clássico Rei Leão, já tentava ensinar isso quando cantava a deliciosa canção de Elton John e Tim Rice: "It means no worries for the rest of your days, It's our problem-free philosophy, HAKUNA MATATA!"
Pois não é que a origem de todo nosso sofrimento é a preocupação com problemas (que, muuuitas vezes, nós criamos sozinhos) nossos e, mais ainda, dos outros ou que os outros pensarão que temos, ou que os outros dirão que não conseguimos resolver, ou que os outros sofrem e nos metemos, etc, etc, etc... ?
"Carry on, carry on / As nothing really matters" 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Como ser um vencedor?

Quem é vencedor nessa vida cachorra? rs
Quem tem dinheiro! Fato!


Eu acredito que existem outras características para ser um vencedor, mas vou focar em vencer financeiramente: como fazer?
Bem, fugindo um pouco da proposta do meu blog, que não é falar de mim, contarei aqui um pouco da minha vida profissional.
Comecei a trabalhar aos 14 anos, quando a mãe de uma amiga (um anjo), que era professora de Inglês e sabia que eu queria fazer um curso, mas não tinha condições, conseguiu fazer com que a dona da escola aceitasse que eu trabalhasse em troca do curso. Eu amava! Mas tinha que ir a pé de casa para o curso e trabalho à tarde, pois eu estudava de manhã (na escola normal) e meu pai não permitiu que eu continuasse, já que, muitas vezes, eu chegava em casa à noite, ou seja, andava do Centro ao Jd. Paulista sozinha.
Ok! No ano seguinte, já com 15 anos, entrei para o Projeto Aprendiz do Cid (escola em que eu estudava) para dar aula de Alfabetização para crianças e jovens carentes na Associação São Francisco de Assis, onde, aliás, trabalhava com o Felipe, meu namorado lindão! =)
Trabalhei no Projeto por 3 anos. Aos 18 anos, após terminar o Ensino Médio, queria fazer cursinho para prestar Vunesp - Letras. Sendo assim, fui trabalhar num escritório da Claro como telefonista. Trabalhava 8 horas no telemarketing (o que é proibido) e ia a pé, à noite, para o cursinho, muitas vezes sem comer, pois saia do trabalho e ia direto ao Objetivo e o meu salário também ia direto pra lá!
Não aguentei fazer 1 ano de cursinho, à noite... mas prestei vestibular mesmo assim. (E não passei! hahaha)
Fui fazer Unaerp, com muito orgulho, e comecei a trabalhar no Kumon, onde trabalhei até 2009, quando trabalhava também em um colégio no EF I desde 2008 e assumi a coordenação pedagógica (em julho/2009).
Hoje, trabalho no COC e estou muito feliz!
Mas, apesar de tudo isso (eu acho que é bastante), ainda não "venci" e, sinceramente, não vejo o balde de ouro no final do arco-íris!!!
(Tudo bem que minha profissão não ajuda... haha!)


Tenho um tio rico que acha que eu sou mimada! É, eu tenho mesmo pais maravilhosos e presentes, que sempre que podem me dão carona, me apoiam e que me ensinaram a trabalhar e me incentivam a trabalhar com dedicação e amor, me dão exemplo disso e me ensinam também a bancar meus gastos!


Se você souber a receita, você me conta? rs